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Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas

ResumoProfessores de escolas particulares do Rio de Janeiro realizaram greve de 24 horas nesta quarta-feira (2), aprovada em assembleia do Sinpro-Rio. A paralisação exigiu reajuste salarial e melhores condições de trabalho, com ato concentrado no Largo do Machado. A mobilização afetou unidades privadas da capital fluminense, sem adesão de escolas públicas.

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A greve de 24 horas foi aprovada em assembleia do Sinpro-Rio e incluiu ato no Largo do Machado.

Clarice Bonfim
por Clarice BonfimPedagoga · 02 de setembro de 2026
2 min de leitura
Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) em reivindicação por melhores condições de trabalho. A luta é por reajuste salarial e pela valorização dos profissionais.

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro fazem greve de 24 horas nesta quarta-feira (2) por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A paralisação foi aprovada em assembleia do Sinpro-Rio no sábado (29) e incluiu ato no Largo do Machado, com mais de 1 mil profissionais.

A greve, de 24 horas, foi aprovada em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), no último sábado (29), após rodadas de negociação sem acordo. Nesta quarta, mobilizados, os professores realizaram um ato no Largo do Machado, no bairro Catete, na zona sul da cidade. Participaram da paralisação, de acordo com o sindicato, mais de 1 mil profissionais.

De acordo com o diretor jurídico do Sinpro-Rio, Fábio Conde, o salário está defasado. Além disso, principalmente após a pandemia, o trabalho fora da sala de aula aumentou, com trabalho virtual, uso de plataformas de ensino, adaptação de materiais, entre outras tarefas.

"A gente vem solicitando que o patronato aceite que a gente inclua uma cláusula para remuneração por essa hora-atividade fora de sala de aula, porque o professor tem trabalhado demais sem receber nada", diz. "O professor está trabalhando na escala 7 por 0, porque ele trabalha todos os dias, ele tem fichas, tem trabalhos para corrigir, ele tem uma série de coisas para fazer todos os dias, mesmo fora de sala de aula e não tem intervalo", acrescenta. "A quantidade de professores que estão afastados por questões mentais é muito grande".

A Agência Brasil entrou em contato com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Rio de Janeiro (SinepeRio), que optou por não se manifestar, neste momento, sobre o tema. Cada aluno tem um tempo, e a categoria reforça que o tempo de trabalho também precisa ser respeitado greve professores educação.

Clarice Bonfim

Clarice Bonfim

Pedagoga

Pedagoga.

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